Crítica de Cyberpunk Edgerunners 2: Um ótimo Anime, Expectativas Impossíveis
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DURO OTONITY – CYBERPUNK EDGERUNNERS 2 lançou todos os 10 episódios no dia 20 de outubro, apresentando um novo elenco para uma nova visão da trágica Night City. O Studio TRIGGER ofereceu mais uma belíssima representação de ação, e eu me peguei curtindo bastante as músicas.
Anime é um termo japonês para animação ou desenho animado originário do Japão. Internacionalmente, anime se refere a qualquer tipo de animação produzida no Japão ou que siga o estilo característico japonês.
O anime costuma ser caracterizado por gráficos detalhados, enredos complexos e um público-alvo que varia de crianças a adultos.
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Anime é uma animação típica do Japão com estilo visual detalhado, enredos complexos e um público-alvo abrangente (incluindo adultos). Desenho animado é uma animação comum (geralmente ocidental) com estilo simples, foco no humor e nos movimentos, e frequentemente voltada para crianças. Anime é um desenho animado japonês.
O anime costuma apresentar personagens com olhos grandes, cabelos realistas e detalhes complexos no fundo. Os desenhos animados geralmente apresentam um estilo visual mais simples, caricatural ou abstrato.
O anime é muito popular no mundo todo e faz parte da cultura pop desde a década de 1990. Atualmente, 50% da Geração Z e dos millennials assistem a anime semanalmente, o que o torna uma forte tendência cultural. Sua popularidade é impulsionada pelo fácil acesso ao conteúdo, pela influência das comunidades e pelo fato de o anime ser um entretenimento acessível.
No entanto, pessoalmente, acabei comparando demais a sequência com a 1ª temporada, que acabou sendo impossível de superar. O segundo fator que considero importante foi a duração, que não permitiu que todos os personagens principais fossem devidamente desenvolvidos.
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Nesta resenha, explicarei o que achei da série e por que escolhi esse título. É importante ressaltar que eu mal joguei o jogo *Cyberpunk 2077*, o que significa que todas as referências a ele me passaram despercebidas e que minha experiência foi, sem dúvida, muito diferente da de um jogador assíduo.
O anime começa com a apresentação do primeiro dos quatro personagens principais, o jovem cinéfilo Roman. O garoto adora cinema, e já dava para perceber que sua câmera teria bastante tempo de tela antes mesmo da estreia do anime. Logo de cara, vemos algumas cenas com aquele clima dos anos 90, que eu curti durante toda a temporada.
Roman acabou se tornando meu personagem favorito da série, e achei que ele era o mais sensato, apesar de ser um menino de 12 anos. Ele estava sempre tentando ajudar Talia e D, mesmo mal conhecendo-os, arriscando a vida praticamente durante todo o processo.
Também gostei do fato de a câmera do Roman não estar lá apenas para nos proporcionar imagens legais. Seus vídeos realmente influenciaram a história, como quando ele começou a filmar a vingança do D e ajudou a transformá-lo em um símbolo.
Ele era frequentemente elogiado pelo talento que tem, e achei que isso tornava seu papel muito mais interessante do que simplesmente ser o garoto que ficava seguindo todo mundo. Fiquei triste por ele ter acabado ajudando D durante sua fase de vilão, mas isso se justificava, considerando sua idade e o fato de ele achar que D iria se recuperar.